Não acredito, não quero acreditar, que o homem possa nascer inevitavelmente mau. Também nunca fui grande crente do postulado de Jean-Jacques Rousseau: O homem nasce bom, a sociedade é que o corrompe. No entanto curiosamente sinto-me cada vez mais tentado a concordar com a segunda parte desta premissa….
Quando nascemos temos uma multiplicidade de eu’s que se vão diluindo com o decorrer do tempo e nos vão transformando naquilo que somos.
Nunca fui pai, nem mãe, mas se existe realidade onde não deverão haver preconceitos estabelecidos nem verdades adquiridas é precisamente a maternidade/paternidade. Educar uma criança não se aprende nos livros nem a ouvir reputados psicólogos, ao contrário do que muitos teorizam. Era bom que houvesse uma fórmula mágica para a educação dos filhos. O mundo estaria repleto de génios. É sem dúvida a tarefa das tarefas e a mais árdua das profissões....Para a qual só temos uma resposta: A nossa capacidade de amar, de perceber, de agir sensitivamente....
Por ora, o melhor exemplo que conheço é mesmo o meu. Passei um período na adolescência bastante complicado. Fui o que se pode chamar na gíria, um jovem problemático. Foi uma fase. Hoje sou um vulgar palerma igual a tantos outros.....
terça-feira, 15 de julho de 2008
Filosofia de pacotilha (a natureza humana)
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