A arte do escárnio, do mal dizer, do escrever por escrever ou de uma certa forma de ser Português.
"Não se nasce português, fica-se português..." João César Monteiro in Vai e Vem (2003)
Não foi um diário intimista, não foi um exercício de estilo, não foi um livro de memórias. Foi o que foi! Sem uma carta de intenções determinada.
Actualidades, politica sem partidarismos, arte de excepção, temporalidades e intemporalidades, devaneios diversos, o Grande Sporting e outras amarguras, foram assuntos recorrentes.
Foram 5 anos!... Obrigado a todos os que passaram por aqui.
1 comentário:
Gosto muito de Pollock.
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