És poesia de vão de escada
cheiras a sardinha de cheiro duvidoso
bebes o vinho de barril envelhecido
transportas contigo um charme florido.
Elevas a melancolia dos teus escritores
combinas a tradição e o modernismo
alias a tristeza e o gáudio metafísico
adormeces com quem mais te aprouver.
Lisboa sem o Tejo amanheceria despida…
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