Depois de Ninguém sabe este é o segundo filme que vejo de Hirokazu Kore-eda. Seguramente que depois de Takeshi Kitano estamos perante um dos melhores Realizadores contemporâneos provenientes do Japão no entanto “Andando” sem desiludir não atinge a exuberância cinéfila do antecessor “ nobody knows”.
Uma típica família Japonesa junta-se no décimo quinto aniversário da morte prematura do filho mais velho e é esse o palco para o desenrolar da narrativa.
A exuberante mise en scène do cineasta Japonês - complementada com uma fantástica banda sonora - está novamente presente em toda a sua magnitude, quer através dos belos planos (inicial e final) do comboio a passar no meio da povoação, quer através da autenticidade das diversas personagens desenhada no limbo dos habituais conflitos pessoais. O realizador escalpeliza como poucos a complexa teia de afectos subjacente à identidade da família.
Fica o trailer, devidamente legendado, para quem quiser dar uma olhadela:
Uma típica família Japonesa junta-se no décimo quinto aniversário da morte prematura do filho mais velho e é esse o palco para o desenrolar da narrativa.
A exuberante mise en scène do cineasta Japonês - complementada com uma fantástica banda sonora - está novamente presente em toda a sua magnitude, quer através dos belos planos (inicial e final) do comboio a passar no meio da povoação, quer através da autenticidade das diversas personagens desenhada no limbo dos habituais conflitos pessoais. O realizador escalpeliza como poucos a complexa teia de afectos subjacente à identidade da família.
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