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Hipocrisias indígenas

A arte do escárnio, do mal dizer, do escrever por escrever ou de uma certa forma de ser Português.... «Não se nasce português, fica-se português...» João César Monteiro in Vai e Vem (2003)

sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

Assim como assim sempre dá uns trocos

O inusitado Santana Lopes decidiu ocupar o lugar de Vereador na Câmara de Lisboa:

“Vou ficar como vereador a lutar pelo que acredito”, escreve o candidato social democrata que encabeçou a a coligação “Lisboa com Sentido”, que uniu PSD, CDS-PP, MPT e PPM.

“Há pessoas que acham estranho que alguém que exerceu cargos do Estado aceite ser vereador. Faço-o com toda a honra”, escreve o ex-primeiro-ministro, derrotado na corrida ao Munícipio da capital pela lista liderada pelo socialista António Costa nas eleições autárquicas de 11 de Outubro.

No artigo intitulado “Decisão”, Santana Lopes diz ter tomado a decisão depois de “tanta gente”, nas últimas semanas, lhe ter pedido para aceitar o cargo de vereador por - acrescenta - concordarem com o “desígnio estratégico” para Lisboa apresentado pela sua candidatura.
....
Força Portugal!...
Posted by rff às 12:22 Etiquetas: Actualidade

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HIPOCRISIAS INDÍGENAS

Não é um diário intimista,
não é um exercício de estilo,
não é um livro de memórias
até porque ainda
ando pelos trintas.
Será o que será!
Sem uma carta
de intenções determinada.

Actualidades,
politica sem partidarismos,
arte de excepção,
temporalidades e
intemporalidades,
devaneios diversos,
o grande Sporting
e outras amarguras,
serão certamente
assuntos recorrentes.

Essencialmente pretendo
um espaço público,
para poucos com certeza,
onde a liberdade de opinião
seja a única arma admissível.
Pelo menos para mim,
assim será....

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