A arte do escárnio, do mal dizer, do escrever por escrever ou de uma certa forma de ser Português....
«Não se nasce português, fica-se português...» João César Monteiro in Vai e Vem (2003)
Não é um diário intimista, não é um exercício de estilo, não é um livro de memórias até porque ainda ando pelos trintas. Será o que será! Sem uma carta de intenções determinada.
Actualidades, politica sem partidarismos, arte de excepção, temporalidades e intemporalidades, devaneios diversos, o grande Sporting e outras amarguras, serão certamente assuntos recorrentes.
Essencialmente pretendo um espaço público, para poucos com certeza, onde a liberdade de opinião seja a única arma admissível. Pelo menos para mim, assim será....
0 comentários:
Enviar um comentário