Ultimamente a Mãe Natureza tem pregado inúmera partidas à humanidade. Os recentes terramotos no Haiti e Chile bem como outros fenómenos meteorológicos ocorridos, incluindo na nossa Madeira, têm feito vítimas um pouco por todo o lado. Esta tendência generalizada deveria fazer reflectir a sério quem tem o poder decisório nas mãos, o que nem sempre acontece.
Por um lado, é imprescindível parar com os atentados ao meio ambiente, isto sem fundamentalismos excessivos que por vezes também abundam por aí. Por exemplo, e entre muitas outras coisas, seria benéfico parar com construções em zonas de risco, muitas das quais são ou deviam ser hipoteticamente protegidas. Estes locais continuam por este país fora a serem alvos preferenciais de construção, derivado em grande parte à especulação imobiliária, principalmente quando se situam junto à costa. Por outro lado, devia-se idealizar e executar uma política de prevenção destas catástrofes que actuasse ao nível de um quase inexistente planeamento urbanístico, essencialmente nas grandes cidades e que, ao mesmo tempo, fiscalizasse com eficiência as novas construções.
Parece que no Chile a construção de grande parte dos edifícios tem uma filosofia subjacente que se traduz em normas de construção anti-sísmicas e que claramente ajudou a salvar muitas vidas. E se fosse em Portugal? Alguém com responsabilidades consegue arriscar os efeitos de uma catástrofe desta dimensão?
A Natureza está-se a revoltar das mais diversas formas de modo quase ininterrupto. Estamos de posse de todos os indícios para compreender essa evidência. Quem vai pagar a factura - além de nós que já estamos a pagar no presente - serão certamente as gerações vindouras que sofrerão com um mal que não contribuíram em nada para provocar, o que vem acentuar ainda mais o carácter criminoso de muitas coisas que vamos vendo por aí..…
Por um lado, é imprescindível parar com os atentados ao meio ambiente, isto sem fundamentalismos excessivos que por vezes também abundam por aí. Por exemplo, e entre muitas outras coisas, seria benéfico parar com construções em zonas de risco, muitas das quais são ou deviam ser hipoteticamente protegidas. Estes locais continuam por este país fora a serem alvos preferenciais de construção, derivado em grande parte à especulação imobiliária, principalmente quando se situam junto à costa. Por outro lado, devia-se idealizar e executar uma política de prevenção destas catástrofes que actuasse ao nível de um quase inexistente planeamento urbanístico, essencialmente nas grandes cidades e que, ao mesmo tempo, fiscalizasse com eficiência as novas construções.
Parece que no Chile a construção de grande parte dos edifícios tem uma filosofia subjacente que se traduz em normas de construção anti-sísmicas e que claramente ajudou a salvar muitas vidas. E se fosse em Portugal? Alguém com responsabilidades consegue arriscar os efeitos de uma catástrofe desta dimensão?
A Natureza está-se a revoltar das mais diversas formas de modo quase ininterrupto. Estamos de posse de todos os indícios para compreender essa evidência. Quem vai pagar a factura - além de nós que já estamos a pagar no presente - serão certamente as gerações vindouras que sofrerão com um mal que não contribuíram em nada para provocar, o que vem acentuar ainda mais o carácter criminoso de muitas coisas que vamos vendo por aí..…

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