O ser soturno procura alucinação
como uma mentira que diz a verdade
o fim de tudo o que é princípio
a luz obscura que ilumina o pensamento.
Novos mundos, velhos vícios
era uma vez em qualquer lugar
lindos são os campos de açucenas
no fundo do tempo enterrado.
A vida corrida nos confins da luta
procura sabor menos insípido
estrela perturbante que navega à deriva
viagem eterna que foge entre os dedos.
A incoerente coerência do sonho duma criança….
sexta-feira, 5 de março de 2010
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