Sempre reconheci que padeço de clubite aguda - doença de Leão.
Apesar de não valorizar muito a selecção nacional ao ponto de me fazer sofrer, acompanho com óbvio interesse as campanhas nas grandes competições internacionais e desejo sempre que chegue o mais longe possível. Por esse motivo, não sou indiferente ao que se diz. Quem ouve, lê e vê os comentários ao empate português diante da Costa do Marfim sem saber o resultado final pensa que fomos goleados, tal é o pessimismo exacerbado que por aí abunda.
É verdade que não temos um líder dentro de campo. Cristiano Ronaldo sempre foi um equívoco a esse nível. Tem outras manifestas qualidades.
É verdade que Deco já passou a melhor fase da sua carreira e não temos substituto à altura nessa posição crucial do terreno.
É verdade que Queiroz não é um propriamente um portento na leitura do jogo mas daí até ser insultado por quase toda a gente vai (devia ir) uma grande distância. Até porque o Professor não merece esse tratamento pela sua inegável história na Selecção. Foi ele que abriu os horizontes a toda uma geração de jogadores e esse mérito é indestrutível. E convém também não esquecer que a Costa do Marfim é uma senhora equipa e que nada ainda está perdido para nós. Vejam-se os resultados da Espanha e Inglaterra para entender as dificuldades da competição.
Agora, independentemente das habituais controvérsias, temos de ter os pés assentes no chão. Se esta selecção porventura chegar aos quartos de final será sempre um resultado muito apreciável face ao peso da concorrência.
A realidade é que os resultados (anormais) alcançados no Euro 2004 e Mundial 2006 - 2.ª melhor selecção da Europa e 4.ª melhor do Mundo - foram fruto de circunstâncias muito especiais, entre as quais o factor sorte nos momentos cruciais, e uma carismática liderança de Luís Filipe Scolari que curiosamente ou talvez não apesar dos resultados conseguidos, andou também sempre a ser criticado pela opinião pública. Aliás, para um País da nossa dimensão, tenho sérias dúvidas que possamos chegar tão longe ao nível do futebol de Selecção como ocorrido no espaço desses 2 anos. Talvez, quem sabe, na reforma de José Mourinho quando este finalmente se resignar a ser simplesmente O Especial em bom português.…
Apesar de não valorizar muito a selecção nacional ao ponto de me fazer sofrer, acompanho com óbvio interesse as campanhas nas grandes competições internacionais e desejo sempre que chegue o mais longe possível. Por esse motivo, não sou indiferente ao que se diz. Quem ouve, lê e vê os comentários ao empate português diante da Costa do Marfim sem saber o resultado final pensa que fomos goleados, tal é o pessimismo exacerbado que por aí abunda.
É verdade que não temos um líder dentro de campo. Cristiano Ronaldo sempre foi um equívoco a esse nível. Tem outras manifestas qualidades.
É verdade que Deco já passou a melhor fase da sua carreira e não temos substituto à altura nessa posição crucial do terreno.
É verdade que Queiroz não é um propriamente um portento na leitura do jogo mas daí até ser insultado por quase toda a gente vai (devia ir) uma grande distância. Até porque o Professor não merece esse tratamento pela sua inegável história na Selecção. Foi ele que abriu os horizontes a toda uma geração de jogadores e esse mérito é indestrutível. E convém também não esquecer que a Costa do Marfim é uma senhora equipa e que nada ainda está perdido para nós. Vejam-se os resultados da Espanha e Inglaterra para entender as dificuldades da competição.
Agora, independentemente das habituais controvérsias, temos de ter os pés assentes no chão. Se esta selecção porventura chegar aos quartos de final será sempre um resultado muito apreciável face ao peso da concorrência.
A realidade é que os resultados (anormais) alcançados no Euro 2004 e Mundial 2006 - 2.ª melhor selecção da Europa e 4.ª melhor do Mundo - foram fruto de circunstâncias muito especiais, entre as quais o factor sorte nos momentos cruciais, e uma carismática liderança de Luís Filipe Scolari que curiosamente ou talvez não apesar dos resultados conseguidos, andou também sempre a ser criticado pela opinião pública. Aliás, para um País da nossa dimensão, tenho sérias dúvidas que possamos chegar tão longe ao nível do futebol de Selecção como ocorrido no espaço desses 2 anos. Talvez, quem sabe, na reforma de José Mourinho quando este finalmente se resignar a ser simplesmente O Especial em bom português.…

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