Tal como anunciado e desejado, não por mim, Sócrates capitulará hoje mas não por vontade própria. Será forçado a tal pela oposição. Há um dado absolutamente relevante nesta saída de cena. Ao contrário de Guterres e Barroso, Sócrates não fugiu e provavelmente hoje as condições para o fazer são bem mais gravosas do que eram na altura. Portugal cai hoje oficialmente no abismo. Agora, entre um Governo PSD-CDS ou um regresso ao mítico Bloco Central de interesses - únicos cenários plausíveis a sair de eleições antecipadas - venha o Diabo e escolha. E o diabo, hoje, é mesmo o FMI. O último a sair que apague a luz…
quarta-feira, 23 de março de 2011
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