com força, bate tuas pálpebras,
range teu esqueleto
na tempestade.
emana do teu cérebro o veneno
que paralisa
revolta-te, vomita, descansa.
a escolha é cíclica
mas abate-se em ti,
apontando o caminho - seguro,
e tu sonhas contigo
e sonhas com teus sonhos
estimulado por um ideal
que não existe,
que sentes real.
amaldiçoo a vida contabilizada
amaldiçoo a vida morta
amaldiçoo o esquema do dia a dia
o objectivo rasga, amputa, dilacera
mata.
acredito que mais felizes serão
chafurdando no sucesso
que antevejo
tento salvar a semente
que antes de tudo
está o fraterno beijo.
compilada com amarguras
de hoje - e já tão antigas,
editada por um desejo
de soprar
publico hoje a sombra
do meu estar
e sobre o destino
erijo
um marco-pilar.
Carlos Peres Feio
range teu esqueleto
na tempestade.
emana do teu cérebro o veneno
que paralisa
revolta-te, vomita, descansa.
a escolha é cíclica
mas abate-se em ti,
apontando o caminho - seguro,
e tu sonhas contigo
e sonhas com teus sonhos
estimulado por um ideal
que não existe,
que sentes real.
amaldiçoo a vida contabilizada
amaldiçoo a vida morta
amaldiçoo o esquema do dia a dia
o objectivo rasga, amputa, dilacera
mata.
acredito que mais felizes serão
chafurdando no sucesso
que antevejo
tento salvar a semente
que antes de tudo
está o fraterno beijo.
compilada com amarguras
de hoje - e já tão antigas,
editada por um desejo
de soprar
publico hoje a sombra
do meu estar
e sobre o destino
erijo
um marco-pilar.
Carlos Peres Feio

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