Do empate técnico à maioria de direita vão haver sondagens para todos os gostos e feitios até ao dia das eleições. Eventualmente até poderá sair um quadro parlamentar absolutamente inverosímil para deleite do Professor Cavaco que anda um bocado desorientado com tudo isto. Mas existem algumas inevitabilidades que dificilmente poderão ser contrariadas:
1) Sócrates apesar da aparente recuperação e de conseguir evitar o aniquilamento eleitoral (que seria natural face à prestação governativa) vai perder as eleições;
2) Portas vai ganhar, qualquer que seja a perspectiva. E terá um papel determinante (e especialmente perigoso) no futuro;
3) O Bloco afundar-se-á, apesar das tentativas desesperadas de Louça para o evitar, e será o princípio do fim do BÉ (para os amigos).
O resto pouco interessa. E Pedro Passos Coelho - presumível futuro primeiro-ministro de Portugal - que desconhece as mais básicas competências para liderar o País nesta fase difícil em que se encontra vai apresentar-nos um governo com um misto de ingénuo amadorismo e inócuo providencialismo. Depressa se irá perceber isso. Ainda para mais alicerçado num programa demagógico em que as mais emblemáticas medidas já foram anunciadas um mar de vezes sem nunca terem sido cumpridas, como por exemplo a redução de deputados, o fim dos governos-civis ou a diminuição de ministros com o subsequente aumento de assessores para isto e para aquilo. Portugal que se cuide...
1) Sócrates apesar da aparente recuperação e de conseguir evitar o aniquilamento eleitoral (que seria natural face à prestação governativa) vai perder as eleições;
2) Portas vai ganhar, qualquer que seja a perspectiva. E terá um papel determinante (e especialmente perigoso) no futuro;
3) O Bloco afundar-se-á, apesar das tentativas desesperadas de Louça para o evitar, e será o princípio do fim do BÉ (para os amigos).
O resto pouco interessa. E Pedro Passos Coelho - presumível futuro primeiro-ministro de Portugal - que desconhece as mais básicas competências para liderar o País nesta fase difícil em que se encontra vai apresentar-nos um governo com um misto de ingénuo amadorismo e inócuo providencialismo. Depressa se irá perceber isso. Ainda para mais alicerçado num programa demagógico em que as mais emblemáticas medidas já foram anunciadas um mar de vezes sem nunca terem sido cumpridas, como por exemplo a redução de deputados, o fim dos governos-civis ou a diminuição de ministros com o subsequente aumento de assessores para isto e para aquilo. Portugal que se cuide...

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