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sábado, 2 de março de 2013

A Grândola



Não me revejo a 100 % na mensagem dos movimentos contestatários à presença da Troika em Portugal. Eles estão cá porque nós, em último recurso, os chamamos. O que eu quero mesmo que se lixe é o Cavaco, a Corrupção, o Compadrio, a Incompetência e essencialmente os governos que nos têm desgovernado...
Agora sou incapaz de ficar indiferente a esta revisitação maciça da mítica canção que ecoou de forma irreversível numa madrugada de Abril - os "soldados" da liberdade partiram precisamente da cidade onde eu tinha nascido três dias antes - e que me deixa sempre com aquele brilhozinho nos olhos...

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

A Beatice

Tive o cuidado de ouvir as debatidas declarações de Isabel Jonet duas ou três vezes para assegurar que não me escapou nada e, sinceramente, não vejo motivos para tanto alarido. Jonet é o protótipo da beata fina que prolifera em Portugal. Vive num mundo altamente desfocado, alicerçado em dogmas ultrapassados. Aposto que votou contra a despenalização do aborto e que educa os filhos com base em livros escritos pelos seus amigos pedopsiquiatras, o que me levanta sempre sérias dúvidas relativamente à sanidade mental desses pais autómatos. As suas polémicas declarações misturam alguma realidade tangível (meio país viveu acima das suas possibilidades durante anos e anos - facto absolutamente indesmentível) com considerações um bocado imbecis resultantes daquela pose evangelista de amiga dos pobrezinhos. 
Jonet tem feito um trabalho assinalável à frente do Banco Alimentar (provavelmente o mérito que lhe é frequentemente atribuído não será só dela) mas demonstra que apesar de conseguir angariar e oferecer o peixe a quem dele necessita, seria incapaz de ensinar alguém a pescar. E é disso que o País precisa com urgência, não de paladinas da moral caduca. Mas com isto não ponho em causa a sua continuidade à frente da organização. Também me parece que há muita hipocrisia, e até alguma fantasia, nas críticas que lhe tem sido feitas, mesmo da parte da esquerda mais militante. A mulher, aproveitando alguma notoriedade que lhe é dada pelos motivos certos, limitou-se a debitar uns dizeres intelectualmente pouco sustentados como se tivesse à mesa do café com outras beatas. Historicamente, a Beatice em Portugal, sempre foi valorizada em demasia...

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Yes, He Can...

"It moves forward because of you. It moves forward because you reaffirmed the spirit that has triumphed over war and depression, the spirit that has lifted this country from the depths of despair to the great heights of hope, the belief that while each of us will pursue our own individual dreams, we are an American family, and we rise or fall together as one nation and as one people"...
Sempre gostei muito do Tipo que escreve os discursos do Obama...

terça-feira, 6 de novembro de 2012

A Refundação

Existe para aí grande celeuma à volta da palavra utilizada pelo governo para definir os seus objetivos para os próximos tempos. Logo Vasco Pulido Valente e o inefável prof. Marcelo,  e bem, chamaram a atenção para a infelicidade da expressão encontrada por aquelas brilhantes cabeças. 
Refundar é começar de novo. Podem dar as voltas que quiserem, podem destruir tudo em que metem as mãos, mas a riqueza da nossa língua é indestrutível e a semântica inviolável. Por muito que se esforcem, e acredito que tenham talento para isso, não nos conseguem tirar também a excelência da gastronomia e a dádiva do clima. 
Refundar é verbo que eventualmente poderia ser aplicado logo quando o Governo tomou posse dependendo do contexto, claro está, da sua utilização. Mas agora meu amigos, um ano e meio depois? O que o país precisa há muito é de reformar com cabeça, tronco e membros, apertando sem asfixiar, sendo que não existe a mínima hipótese de Tozé Seguro ser o veículo ideal para essa pretensão. 
Este Governo sem alternativas e pressionado pelos nossos financiadores vai acabar por ter de fazer aquilo que qualquer atrasado mental (como este escriba, aliás) previa há meses atrás: despedir dezenas e dezenas de milhares de funcionários públicos. A questão central que devia começar a estar na ordem do dia é como proceder a uma necessária e premente revisão constitucional. O presidente da república mantém-se calado quando devia falar e declara vacuidades quando devia estar calado. Começa-me a parecer que a saída menos dolorosa para o país talvez fosse o ressurgimento do bloco central. Mas um governo liderado por Passos e Seguro – dois cachopos vazios de conteúdo de acordo com as sábias palavras do meu barbeiro de toda uma vida – tornaria Portugal (ainda mais) uma sucessão fascinante de episódios montypythonianos…

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

O Sandy

Gostava de ter oportunidade de conhecer o gajo que habitualmente dá nome aos furacões. É profissão interessante mas convém ter alguma sensibilidade para a coisa, note-se. O tipo deve ter um sentido de humor muito próprio, e um bocado estúpido, assinale-se. Dar um nome de gelado a um Furacão é no mínimo insólito. Katrina é nome de Furacão, agora Sandy meus amigos. Espero que tal personagem nunca tenha de pôr nome a um filho...

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

A Retirada

Francisco José Viegas abandona em boa hora por motivos de saúde - espero que nada de grave - este Governo de Passos Coelho. Acima de tudo, é uma boa notícia para ele. Ser Secretário de Estado da Cultura de um governo que não faz a mais pequena ideia do que significa em conceito lato a palavra Cultura é programa impossível de concretizar. O atual governo composto por orgulhosos Filisteus é um atentado à sustentabilidade e desenvolvimento de qualquer país em qualquer parte do mundo. Francisco José Viegas pode agora regressar - espero que com saúde - ao mundo dos livros de onde nunca devia ter saído como o próprio certamente reconhecerá...

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Manuel António Pina (1943-2012)

«Hoje, já não me assustam as trovoadas, mas continuo a escrever porque tenho medo. Se calhar, medo de ter medo, como dizia o O’Neill.» 
Escritor de exceção, Sportinguista dos 4 costados, lúcido como poucos. Continua o Anuus Horribilis...

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

O Napalm Fiscal

Bagão Félix tem jeito para as metáforas – menos mal. Considera que a subida de impostos do amigo Gaspar é napalm fiscal com efeitos devastadores para a economia. Bem-vindo ao mundo dos vivos, caro senhor félix. Mas olhe que deve a andar a aconselhar mal o paulinho das feiras pois ele assinou tudo por baixo.
A questão central para o buraco onde o país está metido é que o Governo, como não pode ir aos mercados, precisa de dinheiro fresco, cash, e já não tem condições para fazer o que seria preciso fazer. E quando teve esse tempo, desbaratou-o e deixou-se atolar em insignificâncias sem sentido. O aumento leonino de impostos e o corte dos funcionários públicos é o que está ali à mão de semear para quem não faz a mais pequena ideia de como agir no amanhã.

Este Governo até pode reunir 25 horas seguidas em conselhos de ministros que dali já não vai sair algo de verdadeiramente construtivo para o futuro de Portugal. Apesar deste assustador contexto, não sou favorável à queda do Governo, por mais estranho que isso possa parecer. Não há alternativas válidas. Os partidos políticos afundam-se nas suas querelas internas, no satisfazer das vontades das clientelas, das suas bases programáticas (PS, Bloco). Se porventura algures no futuro conseguirmos emergir à superfície será por contingências externas favoráveis, nunca por mérito próprio – cada vez me convenço mais disso. As atuais gerações políticas são ainda piores que as anteriores, mesmo que superficialmente pareçam mais bem preparadas. E propor um governo de salvação nacional, como muitos lunáticos teorizam, só agravaria ainda mais a situação atual. O país paralisaria mais uns meses largos. E depois falta salientar o óbvio: ninguém, mesmo ninguém, pode salvar o que não tem Salvação…

sábado, 6 de outubro de 2012

O País



5 de Outubro: Não estou presente se o povo não está presente - Mário Soares

Se os Portugueses não tivessem sido tão preconceituosos (como são com quase tudo, diga-se a verdade) com a provecta idade deste Senhor aquando da sua recandidatura à Presidência, e talvez o ar nesta latrina não se tivesse tornado tão irrespirável...

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

A Ministra

Paula Teixeira da Cruz tem sido crucificada por declarar que a impunidade em Portugal acabou. Aceito que se discuta a pertinência, o momento das afirmações, e até a verdade da declaração. A própria separação constitucional entre o poder executivo e judicial talvez exigisse maior ponderação nas palavras. Mas pôr-se em causa a sua honorabilidade já é excessivo. É das poucas pessoas que ainda aprecio no PPD/PSD, debaixo daquele manto de hipocrisias reinantes em que o partido permanentemente vive. Sempre gostei da pinta dela porque fala curto e grosso. E quem diz o que ela disse, normalmente sabe o que anda a fazer. Remodelá-la será mais um erro grosseiro de Passos Coelho, no meio do mar de equívocos onde vive atualmente…

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

O Desnorte

Portugal é muito justamente gozado em alguns meios internacionais pelo recuo integral às anunciadas alterações à TSU. Passos Coelho já não faz a mais pequena ideia do que anda a fazer. Ligou o piloto automático da imbecilidade e, como o tempo tudo revela, hoje percebe-se claramente que por trás da retórica ultra-liberal reside o mais confrangedor vazio político. Obviamente que a medida tomada isoladamente e apresentada da forma atabalhoada como foi, representava um roubo aos olhos dos trabalhadores portugueses e uma tremenda injustiça para o cidadão comum. Mas continuo a achar que a medida em si, desde que alicerçada numa verdadeira reforma laboral e não em operações de cosmética, poderia fazer sentido. Aliás, o momento ideal para a implementação das medidas estruturais que a economia do país necessitava era logo de início quando ocorreu a entrada da troika em Portugal, como os seus próprios técnicos competentemente diagnosticaram. 
Se tivéssemos um Governo que explicasse logo quando toma posse para o que vem, e quais os objectivos a alcançar com o rumo a seguir, os portugueses com a sua habitual benevolência compreenderiam. Algo do género: vamos fazer reformas profundas a ocorrer em 2 anos com a implementação de medidas duríssimas a todos os níveis. Passado esse período começaremos a crescer paulatinamente. A questão é que estes palhaços, que se dizem políticos, quando tomam posse estão totalmente condicionados pelas promessas eleitorais que fizeram na ânsia de chegar ao inebriante - para eles - poder. No fim, acabam por não cumprir as promessas eleitorais e deixam o país ainda pior do que o encontraram, com as pessoas na rua em desespero porque não se deslumbra uma luz (pequena que seja) ao fundo do túnel. 

Muito a propósito, ontem tive conhecimento de mais um exemplo perfeito de como não se deve governar um país. Evidentemente que face à trapalhada em que o governo se meteu, agora tem de arranjar soluções para substituir as alterações à TSU. Uma das alternativas que vai avançar é o corte substancial no financiamento a fundações e a extinção de muitas delas. Parece-me bem, estamos a atacar a despesa, sendo que mesmo aí é para mim absolutamente incompreensível acabar com os apoios à casa-museu da Paula Rego quando estamos perante, talvez, a maior artista portuguesa viva. Devia ser apoiada na perspectiva de dar a conhecer a sua obra à juventude de um país culturalmente ainda atrasado. Mas como Paula Rego é low profile, e não trabalha as relações públicas (e muitas vezes promiscuas) como Joana Vasconcelos (cuja obra também gosto, assinalo) é nitidamente alvo de ostracismo. Mas isso dava matéria para outro post. 
Acontece que depois de mais um daqueles proeminentes estudos que os governos de Portugal passam o tempo a fazer, decidiram quais as fundações a extinguir. Uma delas, pasmem-se, tinha sido criada em 2011. Não interessa o nome da Fundação, nem o que fazia, não é relevante, mas o governo do nosso país custeou a implementação de uma nova fundação com todas as despesas inerentes (contratação de pessoal, obras no espaço, decoração, etc) porque tinha concluído há aproximadamente um ano (provavelmente depois de mais um estudo e já em período de grave crise) que a sua existência seria imprescindível... 
O Desnorte tomou de forma definitiva conta de Portugal…

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Ainda Há Esperança

Maria Teresa Horta recusa receber prémio literário das mãos de Passos Coelho 
É com gente assim que se constrói um novo Portugal mas o processo, temo, seria demasiado doloroso para o cidadão comum. 
Entretanto, hoje, uma Senhora de sensivelmente 80 anos que mora no meu prédio deu-me uma nova visão de toda a problemática que assola a sociedade portuguesa: "então aquele estafermo (que é palavra que por acaso gosto e que está um pouco caída no esquecimento) anuncia cortes daquela dimensão ao país e a seguir vai para o teatro bailar e cantar com a mulher em vez de ficar em casa recatado a pensar no mal que estava a fazer às pessoas (Passos coelho foi ver, ao que consta, um concerto de Paulo de Carvalho, popular autor do emblemático - e Depois do Adeus...) 
E ainda dizem que este País não é para Velhos...

terça-feira, 18 de setembro de 2012

O Estado da Podridão (Nação)

Paulo portas quer tirar o tapete a passos coelho mas hesita porque se diz patriota. Passos coelho, qual virgem ofendida, sente-se traído e quer puxar as orelhas ao parceiro em privado. Tó Zé Seguro – o melhor produto de plástico embalado do país – deu uma entrevista em horário nobre na TV em que conseguiu a inebriante proeza de demonstrar perante todo o Portugal que naquela cabeça não mora o mais vago vestígio de uma simples convicção. 
Cavaco – no digno papel de representante máximo do estaminé - não abre a boca porque já percebeu que quando fala com aquele seu ar naturalmente entusiasmante, Portugal ainda se afunda mais em depressão...

terça-feira, 11 de setembro de 2012

As Contas de Gaspar

O governo meteu-se numa carga de trabalhos com o anúncio de mais austeridade. Parece que finalmente o país começa a querer acordar da longa letargia em que vive, mas deve ser sol de pouca dura porque como habitual a gente vai continuar a viver com a cabeça entre as orelhas – uns melhores que outros, infelizmente. 
A verdade é que as medidas eram inevitáveis há já algum tempo, como até eu já tinha previsto, e não há ninguém que apareça com alternativas credíveis e minimamente sérias. É óbvio que o ponto mais sensível deste anúncio é objetivamente o facto do aumento de impostos incidir mais uma vez sobre rendimentos do trabalho esquecendo de tributar o supremo capital. E isso é inaceitável. Mas relativamente a isso Gaspar já deve andar a preparar uma medida qualquer avulsa para enganar os tolinhos, porque é assim que que se trabalha neste país à beira-mar plantado: governa-se ao sabor dos sound bites mediáticos. Mesmo com a Troika a ditar as leis, nunca houve a mais leve sensação da existência de uma estratégia económica consistente de longo-prazo. 
Sobre as variações nas taxas da segurança social não sou tão crítico. É uma abordagem laboral que faz algum sentido (pelo menos, no excel de Gaspar) mas a verdade é que com o avolumar do decréscimo do consumo a medida não terá repercussões ao nível do Desemprego o que a torna um tudo-nada inócua, coisa de somenos importância para esta gente que nos governa. 

Assinale-se de forma muito meritória que Passos Coelho não fez o anúncio ao País através do facebook, como outrora o palhaço-mor Cavaco já experimentou em algumas das suas peculiares declarações. O Primeiro-Ministro - realce-se - ainda se dignou ir à televisão falar-nos, mesmo que fugindo ao horário nobre. Falou antes da bola começar, assim como quem não quer a coisa. 
Passos Coelho utiliza meramente o livro das caras (o muro de lamentações e devaneios infantis dos pós-modernistas) para desabafar no seu difícil papel de pai, partilhando connosco as preocupações que lhe amarguram a alma. Pobre país este que vive à mercê do livro das caras, quando os governantes dão mostras de não saber fazer simples contas de somar por não terem lido os livros certos. 
Aguardo com serenidade o desfecho lógico desta encruzinhada. Que o Primeiro-Ministro nos mande a todos definitivamente emigrar. O melhor é ficar atento ao livro das caras…

domingo, 9 de setembro de 2012

O Milagre


Aqui
E há quem não acredite em milagres! Cobain is back. 
Impressionante as semelhanças no timbre, na voz e na sofreguidão...

sábado, 8 de setembro de 2012

A Atalaia

Na Quinta da Atalaia – Amora – Seixal começou ontem mais uma Festa do Avante. Nunca votei na CDU, mas ano após ano o Avante continua a ser um fenómeno cultural, popular, social e político. Provavelmente é o único local do país onde se pode beber tinto carrascão (para quem goste) ao mesmo tempo que se ouve interpretações excecionais de Johann Sebastian Bach. Não há mesmo festa como essa. Feita por pessoas para pessoas, militantes, empenhadas e livres. 
De tempos a tempos volto lá. A primeira que fui já deve ter sido para aí há 25 anos. Cheira-me que para o ano que vem o meu pimpolho vai dançar a primeira Carvalhesa da vida dele…

A Coragem

A estratégia de Passos Coelho até pode fazer algum sentido, não é totalmente desprovida de senso, como outras excentricidades que lhe ocorrem, mas a verdade é que a propagada desigualdade levantada pelo tribunal constitucional mantém-se. Ou seja, os funcionários públicos continuam a ser mais prejudicados que os trabalhadores do sector privado. Igualdade só existirá se os despedimentos na função pública forem liberalizados e aí nesse cenário, poderiam os cortes salariais serem idênticos para todos. Para que isso aconteça, é necessário coragem política, coisa que rareia em Portugal…

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

O Rumo

Passos Coelho mandou Borges à frente para mandar o barro à parede. Concessionar a televisão pública a privados acabando com o canal 2 parecia-lhe uma boa ideia, por mais estranho que isso possa parecer a uma criança de 6 anos. Acontece que a generalidade da opinião pública, em boa hora diga-se, não achou piada à coisa e a solução do problema fica agora em águas de bacalhau. A questão é que há soluções para o problema e até boas soluções - privatizar o canal 1 e o canal noticioso por exemplo, que comercialmente e financeiramente até serão os canais mais apetecíveis para eventuais compradores. 
Tal como na questão da limitação das freguesias o provável é o assunto arrastar-se sem vestígios de se chegar a uma resolução definitiva. Entretanto estas hesitações e estas discussões frívolas à volta dos temas, continuam a custar diariamente milhões de euros ao País. 
Cada vez há mais provas evidentes de que este Governo quando resolve decidir, por norma decide mal. E tem ímpetos dialogantes quando o diálogo não faz qualquer sentido. Passos Coelho perdeu o rumo…