Independentemente da valia dos reforços e das consequentes e legítimas expectativas dos adeptos, esta aposta no mercado de inverno deixa-me pensativo relativamente à pertinência da estratégia implementada.
Se de facto ainda havia margem de endividamento para investir a sério na equipa de futebol – suponho que não existem capitais próprios - porque não apostámos na contratação de um treinador de craveira quando o ciclo Paulo Bento terminou?
É que por mais que hajam teorias que possam defender o contrário - e apesar de Carlos Carvalhal continuar a merecer o benefício da dúvida - a verdade é que as grandes vitórias nascem normalmente com grandes e carismáticos timoneiros ao leme o que não é manifestamente o caso….


































