O Sporting Clube de Portugal faz hoje 105 anos e nada melhor para enaltecer a sua Grandeza que a mítica voz da mulher de cabelo verde….
sexta-feira, 1 de julho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
O Programa
No meio de muitas medidas avulsas, sem aplicação prática, e que ficam muito bem no papel (problema de todos os programas de governo desde que me conheço) há opções de matéria essencial que tendencialmente concordo e outras que tendencialmente discordo no documento agora tornado público:
Concordo com a obrigação de um exame para os candidatos a professores independentemente da sua formação académica (agora, muito cuidado com o conteúdo e coerência dessa prova); concordo com o princípio das rescisões por mútuo acordo na administração pública; concordo com a privatização do canal 1 da RTP mantendo o segundo canal (concordo somente se for esta a opção) e concordo com a ideia de os Ministérios serem penalizados por gastarem mais que o orçamentado no ano anterior.
Discordo linearmente da privatização total da TAP e do fim das golden shares em instituições de crucial sensibilidade para a economia do País como a PT ou CGD, por exemplo; discordo da escandalosa linha de pensamento - própria de vulgares filisteus - que sustenta que o apoio ao cinema e ao teatro devem ficar dependente das receitas de bilheteira (Francisco José Viegas, pira-te enquanto antes), e discordo absolutamente da suspensão do TGV Lisboa-Madrid, pois num país periférico como o nosso é uma obra de importância estratégica fundamental, e que assim nos manterá por tempo indeterminado no terceiro mundo das linhas férreas...
Concordo com a obrigação de um exame para os candidatos a professores independentemente da sua formação académica (agora, muito cuidado com o conteúdo e coerência dessa prova); concordo com o princípio das rescisões por mútuo acordo na administração pública; concordo com a privatização do canal 1 da RTP mantendo o segundo canal (concordo somente se for esta a opção) e concordo com a ideia de os Ministérios serem penalizados por gastarem mais que o orçamentado no ano anterior.
Discordo linearmente da privatização total da TAP e do fim das golden shares em instituições de crucial sensibilidade para a economia do País como a PT ou CGD, por exemplo; discordo da escandalosa linha de pensamento - própria de vulgares filisteus - que sustenta que o apoio ao cinema e ao teatro devem ficar dependente das receitas de bilheteira (Francisco José Viegas, pira-te enquanto antes), e discordo absolutamente da suspensão do TGV Lisboa-Madrid, pois num país periférico como o nosso é uma obra de importância estratégica fundamental, e que assim nos manterá por tempo indeterminado no terceiro mundo das linhas férreas...
terça-feira, 28 de junho de 2011
Os Motoristas
Continuando na senda do serviço público que sempre caracterizou este blogue, sugiro o extermínio imediato da categoria de motoristas que proliferam na administração pública em Portugal. É aproveitar a pedalada proveniente da extinção dos Governos Civis para acabar de vez com esse atentado. Um mero assessor de um secretário de estado tem direito a um motorista, um sub-secretário de estado tem direito a outro motorista e, por aí adiante num delapidar contínuo do erário público. Em qualquer instituto público há no mínimo dois motoristas. Porque é que um qualquer assessor (de um ministro ou secretário de estado) não pode andar de transportes públicos ou na sua viatura pessoal? Não confia na fiabilidade dos transportes do Estado – o seu omnipresente empregador? O seu tempo é mais precioso que de um outro qualquer cidadão que contribua para o Produto Interno Bruto Nacional de forma efectiva?
Imagino que os motoristas na função pública serão aos milhares, sem falar nas autarquias que cada uma deve ter no mínimo dois, dependendo claro está do tamanho do município. Obviamente que nada me move contra tais profissionais cujas funções passam por zelar pelas viaturas, além claro, de conduzirem as eminências pardas aos respectivos destinos muitas vezes fora do horário normal de trabalho; situações que, importa salientar, acarretam o pagamento de horas extraordinárias aos diligentes funcionários. Agora, que se poupava muito, muito, disso não tenho dúvidas. É mandá-los para casa, pagar-lhes as respectivas indemnizações pela lei actual e salvaguardar-lhes todos os direitos no sentido de poderem refazer a sua vida. Neste hipotético cenário, começava a acreditar que Passos Coelho teria a coragem para mudar alguma coisa de relevante. Até aqui, tudo não passa de fogo de vista. Chamem-lhe estado de graça se quiserem, mas eu já vi este filme demasiadas vezes….
Este homem que esperou
Este homem que esperou
humilde em sua casa
que o sol lavasse a cara
ao seu desgosto
Este homem que esperou
à sombra de uma árvore
mudar a direcção
ao seu pobre destino
Este homem que pensou
com uma pedra na mão
transformá-la num pão
transformá-la num beijo
Este homem que parou
no meio da sua vida
e se sentiu mais leve
que a sua própria sombra
António Ramos Rosa
humilde em sua casa
que o sol lavasse a cara
ao seu desgosto
Este homem que esperou
à sombra de uma árvore
mudar a direcção
ao seu pobre destino
Este homem que pensou
com uma pedra na mão
transformá-la num pão
transformá-la num beijo
Este homem que parou
no meio da sua vida
e se sentiu mais leve
que a sua própria sombra
António Ramos Rosa
segunda-feira, 27 de junho de 2011
A Estupefacção
O Futebol Português não para de surpreender e prova que tudo, mesmo tudo, é possível no mundo da bola. A manutenção de Villas-Boas como treinador do porto para a próxima época era para mim um dado adquirido. A única explicação que encontro é que Vilas-Boas na ânsia de seguir as pisadas de Mourinho pensa efectivamente que tem mais hipóteses de ganhar a Champions no Chelsea do que no porto e, relembre-se, no clube inglês Mourinho não foi campeão europeu. Isto e mais o contrato milionário, claro está, que não deve ser negligenciado para quem deseja ter uma carreira curta. O gajo achou que vencer a Champions no porto (que é a ambição natural dos adeptos porque estão habituados a isso – mérito de pinto da costa) seria inconcretizável e resolveu partir. E assim fica com mais hipóteses de ganhar na comparação com o The Special One. No porto, o máximo que poderia atingir era igualá-lo, e mesmo isso seria altamente improvável.
Assim, será uma excelente época para o meu Sporting surpreender tudo e todos. O porto vai estar em transição e não acredito que, pelo menos, Falcão fique. E o benfica de Jesus à primeira derrota vai entrar certamente em ebulição…
domingo, 26 de junho de 2011
A Demagogia
Passos não poupou dinheiro porque o Governo não paga bilhetes na TAP
Apesar de tudo Senhor Primeiro-Ministro, vale pela intenção. Eu diria mesmo que já começou a aprender umas coisas com o seu parceiro de coligação....
quarta-feira, 22 de junho de 2011
O Sol da Aurora
Temos uma mulher a presidir ao Parlamento. Menos mau.
Temos um Governo recém-empossado que acaba com os dezoito Governos Civis. Medida que só peca por tardia, sendo que as críticas e os pedidos de demissão dos governadores civis ainda em exercício são legítimas e até compreensíveis. A verdade é que as funções que lhes competem – algumas importantes ao nível da prevenção – podem sem dificuldades, e seguindo critérios de razoabilidade, serem efectuadas por outras entidades já existentes. Em termos práticos, a maior utilidade dos mesmos para quem estava no poder era alimentar o clientelismo e silenciar quem não tinha lugar no Governo, servindo assim como uma espécie de prémio de consolo para os contemplados.
Mas isto é só o início. A moral de Passos Coelho termina aqui. Agora é começar a nomear os laranjinhas para tudo o que é empresa pública e afins. Portugal não muda assim. Os ingleses chamar-lhe-iam Morning Glory...
Temos um Governo recém-empossado que acaba com os dezoito Governos Civis. Medida que só peca por tardia, sendo que as críticas e os pedidos de demissão dos governadores civis ainda em exercício são legítimas e até compreensíveis. A verdade é que as funções que lhes competem – algumas importantes ao nível da prevenção – podem sem dificuldades, e seguindo critérios de razoabilidade, serem efectuadas por outras entidades já existentes. Em termos práticos, a maior utilidade dos mesmos para quem estava no poder era alimentar o clientelismo e silenciar quem não tinha lugar no Governo, servindo assim como uma espécie de prémio de consolo para os contemplados.
Mas isto é só o início. A moral de Passos Coelho termina aqui. Agora é começar a nomear os laranjinhas para tudo o que é empresa pública e afins. Portugal não muda assim. Os ingleses chamar-lhe-iam Morning Glory...
terça-feira, 21 de junho de 2011
Viagem a Portugal
Viagem a Portugal é um filme de Sérgio Tréfaut que aborda as contingências, por vezes desumanas, do controle de estrangeiros nos aeroportos europeus.
Maria, uma médica ucraniana interpretada por Maria de Medeiros, aterra no aeroporto de Faro em Portugal, com visto de turismo, e com o objectivo de se juntar ao marido senegalês que trabalha nas obras da Expo, decorria então o ano de 1997. Maria vai embater de frente com a inflexibilidade de um sistema cego cujo principal rosto é assumido por uma inspectora preconceituosa interpretada por Isabel Ruth.
Tréfaut parte de uma abordagem original com cenários minimalistas rodados a preto e branco. O filme baseado num caso verídico conta a história com precisão, sem entrar por outros caminhos que o podiam tornar mais interessante. É de realçar no entanto o fio condutor e a extrema coerência de toda a obra do realizador que tem tido o mérito de pôr o país a pensar sobre as prementes questões da imigração…
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Nobre Day
Qualquer que seja o desfecho final da votação de Fernando Nobre para presidente do parlamento há um derrotado à partida: o próprio. Mesmo que vença, o povo cá fora não o quer lá certamente. E fica como um excelente estudo de caso para o futuro. Como é que um tipo com uma actividade de cidadania activa, meritória e respeitável perde toda a credibilidade num abrir e fechar de olhos?...
Só dos Mortos Devemos Ter Ciúmes
Só dos mortos devemos ter ciúmes; acordar
de entre as pedras doentes dolorosos
que da beira das arribas nos atirem ao porto
onde enfim se encontre a nossa angústia.
Só eles lutam palmo a palmo pelo espaço
em que já vertical erguemos nosso braço
em busca de que sumo ou de que céu. É que só eles
nos retiram da cama de que por nós foi feita
a escolha: a macieza intensa que julgámos
eterna, que nos parecia tão cordatamente
entregue à nossa própria suma sumaúma.
Só os mortos, horror, inda que vivos, vivem
paredes meias com os nossos dedos, logo afastam
os momentos ferozes que tocássemos, e as nuvens
por sobre o mar dos olhos: é bem feito,
dizem os meninos. Pois que dos vivos vivos
a vida nos desvia e nisso nos conduz, assaz
encaminhados pelo que vamos querendo.
Só os mortos nos mordem, nos apontam
a dedo frio e tenso, entorpecem desejos
e, pois pior, só eles nos expulsam
do vero som dos sinos numa entrega
às palavras baldadas do comércio.
A luta clara que sonhada fosse
pela mão dada e limpa que nos dessem
tropeça, polvo, com misérias nossas
e enterra-te na pérfida, agoniada leira
onde dominam eles nossas bocas e o sangue
que nelas perpassasse. Só os mortos,
invisíveis, letais, pesados entes,
nos disputam a vida, e só por fim nos matam.
Pedro Tamen
de entre as pedras doentes dolorosos
que da beira das arribas nos atirem ao porto
onde enfim se encontre a nossa angústia.
Só eles lutam palmo a palmo pelo espaço
em que já vertical erguemos nosso braço
em busca de que sumo ou de que céu. É que só eles
nos retiram da cama de que por nós foi feita
a escolha: a macieza intensa que julgámos
eterna, que nos parecia tão cordatamente
entregue à nossa própria suma sumaúma.
Só os mortos, horror, inda que vivos, vivem
paredes meias com os nossos dedos, logo afastam
os momentos ferozes que tocássemos, e as nuvens
por sobre o mar dos olhos: é bem feito,
dizem os meninos. Pois que dos vivos vivos
a vida nos desvia e nisso nos conduz, assaz
encaminhados pelo que vamos querendo.
Só os mortos nos mordem, nos apontam
a dedo frio e tenso, entorpecem desejos
e, pois pior, só eles nos expulsam
do vero som dos sinos numa entrega
às palavras baldadas do comércio.
A luta clara que sonhada fosse
pela mão dada e limpa que nos dessem
tropeça, polvo, com misérias nossas
e enterra-te na pérfida, agoniada leira
onde dominam eles nossas bocas e o sangue
que nelas perpassasse. Só os mortos,
invisíveis, letais, pesados entes,
nos disputam a vida, e só por fim nos matam.
Pedro Tamen
sexta-feira, 17 de junho de 2011
A Grandeza
A Enormidade de um Clube vê-se nestes pormenores. Reparem bem na forma como este jovem adepto Sportiguista resolveu dar as boas-vindas ao novo reforço holandês apresentado ontem à noite, o quase impronunciável Stijn Schaars...
O Acordo
O Governo muda mas os mercados continuam a castigar severamente a nobre nação imortal. Curiosamente a situação até se agravou nos últimos dias. Mais preocupante que o descalabro grego é os indícios de que a Espanha pode também cair nas malhas do resgate externo e, nesse cenário, as complicações assumiriam para nós repercussões incalculáveis. O nosso futuro a médio-prazo dependerá bastante do nosso vizinho ibérico onde o desemprego assume hoje taxas inacreditáveis. E o tempo é bem capaz de confirmar esta mera suposição.
Numa análise serena, a nova aliança maioritária de direita (Passos-Portas) tem tudo para se manter no poder durante 8 anos no mínimo. Passos Coelho com um perfil mais humano e menos politico que Sócrates - o que obviamente o favorece - terá de início alguma benevolência da população em geral, sem no entanto atingir o habitual estado de graça dos primeiros tempos de outros governantes. Isto também um pouco por força das circunstâncias. Imporá medidas duríssimas de entrada e passados os dois primeiros anos de austeridade começa a trabalhar para a reeleição com a bênção de Cavaco. Agora, isto acontecerá no plano teórico. Por vezes, a realidade prega partidas e entra sem pedir licença…
quarta-feira, 15 de junho de 2011
O Despertar do Leão
Uma olhadela de Leão pelos últimos tempos na vida do Grande Sporting.
Positivo:
- O Futsal - grande equipa. Seria uma tremenda injustiça se não fossem campeões com um verdadeiro Leão (João Benedito) como estandarte. É importante também para alimentar as paixões numa época catastrófica em que nem o habitual futebol de formação ou o andebol conseguiram trazer alegrias;
- A descrição na contratação do holandês Van Wolfswinkel e o assumir de Luís Duque como chefe à antiga do futebol, ainda para mais com poderes reforçados. Mérito de Godinho Lopes. Competência é pôr quem sabe a tratar das coisas importantes. O resto são balelas;
- A saída de Couceiro. Tenho pena mas é positivo. Prestou serviços de relevo e é um grande sportinguista mas a verdade é que era gente a mais na estrutura com tendência para se atropelarem uns aos outros e por isso contribuírem para a destabilização. Espero que Couceiro regresse um dia pela porta grande porque merece;
- Aceito e até acho bom sinal que Domingos queira continuar com Polga (nunca como titular). Prova que sabe o que quer e que necessita de experiência no balneário e gente com anos de casa. As grandes equipas constroem-se assim.
Negativo:
- Perceber que continuamos atrás dos rivais ao nível do poderio financeiro que permite fechar contratações com rapidez. É um facto. Obviamente que agora temos gente com critério a tratar do assunto, o que não acontecia até aqui. Gente que vai tentar diminuir o fosso para os adversários mais directos, mas esse fosso financeiro parece-me que continua a existir, infelizmente para nós;
- A situações de Maniche, Caneira, Vuckevic e Grimi que tardam em ser resolvidas. A meu ver nenhum deles tem perfil para ser enquadrado neste novo ciclo;
- Reforça-se o Departamento Médico mas mantém-se o líder do mesmo, como se não fosse ele o principal responsável pelas asneiras todas cometidas ao longo das últimas épocas.
A sensação que tenho é que para esta direcção conseguir levantar definitivamente o gigante adormecido, o Sporting tem nos próximos anos, além de ser Campeão claro, ganhar uma liga europa ou ir longe numa Champions. Estamos a entrar numa fase crucial para a afirmação do clube. Corremos o risco de perder o comboio dos outros dois concorrentes. Por isso, mãos à obra rapaziada...
Positivo:
- O Futsal - grande equipa. Seria uma tremenda injustiça se não fossem campeões com um verdadeiro Leão (João Benedito) como estandarte. É importante também para alimentar as paixões numa época catastrófica em que nem o habitual futebol de formação ou o andebol conseguiram trazer alegrias;
- A descrição na contratação do holandês Van Wolfswinkel e o assumir de Luís Duque como chefe à antiga do futebol, ainda para mais com poderes reforçados. Mérito de Godinho Lopes. Competência é pôr quem sabe a tratar das coisas importantes. O resto são balelas;
- A saída de Couceiro. Tenho pena mas é positivo. Prestou serviços de relevo e é um grande sportinguista mas a verdade é que era gente a mais na estrutura com tendência para se atropelarem uns aos outros e por isso contribuírem para a destabilização. Espero que Couceiro regresse um dia pela porta grande porque merece;
- Aceito e até acho bom sinal que Domingos queira continuar com Polga (nunca como titular). Prova que sabe o que quer e que necessita de experiência no balneário e gente com anos de casa. As grandes equipas constroem-se assim.
Negativo:
- Perceber que continuamos atrás dos rivais ao nível do poderio financeiro que permite fechar contratações com rapidez. É um facto. Obviamente que agora temos gente com critério a tratar do assunto, o que não acontecia até aqui. Gente que vai tentar diminuir o fosso para os adversários mais directos, mas esse fosso financeiro parece-me que continua a existir, infelizmente para nós;
- A situações de Maniche, Caneira, Vuckevic e Grimi que tardam em ser resolvidas. A meu ver nenhum deles tem perfil para ser enquadrado neste novo ciclo;
- Reforça-se o Departamento Médico mas mantém-se o líder do mesmo, como se não fosse ele o principal responsável pelas asneiras todas cometidas ao longo das últimas épocas.
A sensação que tenho é que para esta direcção conseguir levantar definitivamente o gigante adormecido, o Sporting tem nos próximos anos, além de ser Campeão claro, ganhar uma liga europa ou ir longe numa Champions. Estamos a entrar numa fase crucial para a afirmação do clube. Corremos o risco de perder o comboio dos outros dois concorrentes. Por isso, mãos à obra rapaziada...
domingo, 12 de junho de 2011
As Bodas
A Platina é só para quem a merece. A dádiva não é para quem quer, é para quem sabe. Apesar de por vezes a Anciã parecer alheada da própria vida.
Jeremias, que sabia não poder ambicionar grandes concretizações ao nível das bodas, curvava-se perante tamanha façanha. A vidinha não é para todos…
Jeremias, que sabia não poder ambicionar grandes concretizações ao nível das bodas, curvava-se perante tamanha façanha. A vidinha não é para todos…
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