Acenava para o pequeno pimpolho na esperança de uma retribuição. Quando o petiz, no meio da sua inconsciente generosidade, resolvia contemplá-la com um estimulante adeus, sorria, transbordando felicidade.
Olhava para o desfiar dos dias pendurada no parapeito da janela. Possuía um olhar meigo, apanágio dos mais idosos. Um sinal de quem já pouco espera das fortunas da vida.
Angustiava-se com a possibilidade de poder ser este um dos últimos verões da sua cruzada. As estações do ano eram a única coisa que condicionava a sua existência. No verão desabrochava à janela e de quando em vez, muito raramente, dava dois dedos de conversa com as vizinhas. No Inverno, o passar do tempo era certamente doloroso e o surgimento das maleitas mais frequente.
O pimpolho apreciava estranhamente aquele misterioso ritual. Jeremias não gostava de interferir naquela excepcional forma de comunicação porque ali, a simbiose era perfeita. Cada um, pelos seus motivos, valorizava aquele momento de modo diferente. A Velha há de chegar ao próximo Verão...
Olhava para o desfiar dos dias pendurada no parapeito da janela. Possuía um olhar meigo, apanágio dos mais idosos. Um sinal de quem já pouco espera das fortunas da vida.
Angustiava-se com a possibilidade de poder ser este um dos últimos verões da sua cruzada. As estações do ano eram a única coisa que condicionava a sua existência. No verão desabrochava à janela e de quando em vez, muito raramente, dava dois dedos de conversa com as vizinhas. No Inverno, o passar do tempo era certamente doloroso e o surgimento das maleitas mais frequente.
O pimpolho apreciava estranhamente aquele misterioso ritual. Jeremias não gostava de interferir naquela excepcional forma de comunicação porque ali, a simbiose era perfeita. Cada um, pelos seus motivos, valorizava aquele momento de modo diferente. A Velha há de chegar ao próximo Verão...




