Carvalho da Silva foi-se. Sucede-lhe um jovem lobo de quem ainda não fixei o nome a que todos auguram um grande futuro. Neste contexto específico do sindicalismo a denominação de jovem promessa é relativa. A jovem promessa pode ter perto de sessenta anos, por exemplo, o que não deixa de ser um valente contributo para a justa valorização de uma classe etária mal compreendida e até para o retardamento da idade da reforma.
Mas o que interessa verdadeiramente nesta discussão à volta da CGTP é que o sindicalismo que preconizam está caduco. Perguntem às pessoas na rua o que pensam deles? É simples. E perceberão imediatamente que a insatisfação que as pessoas sentem não é de nenhuma forma enquadrável nas suas ancestrais formas de combate. Pensem na adesão que os movimentos de cidadãos apolíticos estão a conseguir e talvez comecem a perceber o que já deviam ter percebido há muito.
Reunir centenas de delegados em congresso utilizando as mesmas bandeiras, proferindo as mesmas palavras de ordem, e entoando os mesmos hinos dos anos 80 (altura em que também houve uma intervenção do FMI em Portugal) é um exercício que não faz qualquer tipo de sentido. O sindicalismo, tal como o conhecemos, está morto. A Sociedade mudou. Ao nível laboral, a realidade está presentemente a sofrer profundas alterações que marcarão indelevelmente as gerações futuras. A associação de pessoas com interesses comuns em salvaguardar os seus direitos continuarão a existir, e farão sempre sentido, até porque a liberdade foi a mais preciosa conquista de todas. Agora, as formas de intervenção sofrem adaptações inevitáveis que não passam pelas atuais bases do sindicalismo que temos. Não perceber isto, é caminhar para uma sala escura à prova de ruído…
Mas o que interessa verdadeiramente nesta discussão à volta da CGTP é que o sindicalismo que preconizam está caduco. Perguntem às pessoas na rua o que pensam deles? É simples. E perceberão imediatamente que a insatisfação que as pessoas sentem não é de nenhuma forma enquadrável nas suas ancestrais formas de combate. Pensem na adesão que os movimentos de cidadãos apolíticos estão a conseguir e talvez comecem a perceber o que já deviam ter percebido há muito.
Reunir centenas de delegados em congresso utilizando as mesmas bandeiras, proferindo as mesmas palavras de ordem, e entoando os mesmos hinos dos anos 80 (altura em que também houve uma intervenção do FMI em Portugal) é um exercício que não faz qualquer tipo de sentido. O sindicalismo, tal como o conhecemos, está morto. A Sociedade mudou. Ao nível laboral, a realidade está presentemente a sofrer profundas alterações que marcarão indelevelmente as gerações futuras. A associação de pessoas com interesses comuns em salvaguardar os seus direitos continuarão a existir, e farão sempre sentido, até porque a liberdade foi a mais preciosa conquista de todas. Agora, as formas de intervenção sofrem adaptações inevitáveis que não passam pelas atuais bases do sindicalismo que temos. Não perceber isto, é caminhar para uma sala escura à prova de ruído…






















