Benfica e Porto preparam-se para a eventualidade de decidirem o campeonato numa sexta à noite: coisas deste futebol dito moderno. Para mim é jogo de 1X. O empate na prática servirá mais o porto que o benfica, mesmo que no plano teórico possa parecer o contrário atendendo ao 2 a 2 da primeira volta.
A equipa de Jesus talvez mereça mais estar à frente da Liga, mas a verdade é que o porto em termos de futebol jogado reequilibrou-se com as contratações de Lucho e Janko, e neste momento as equipas estão bastante próximas uma da outra em termos competitivos. Qualquer que seja o desfecho já ninguém tira a Jorge Jesus o prémio de melhor substituição do campeonato: a entrada de Djaló para o lugar de Aimar neste último jogo em Coimbra. O Braga, que corre por fora, é a equipa mais consistente e talvez merecesse o título derivado à abissal diferença de orçamentos que tem para os outros Grandes. O facto dos jogadores medianos que compõem a equipa jogarem juntos há vários anos, independentemente do mérito dos treinadores que por lá têm passado, merecia ser fator decisivo pela coerência da aposta. Mas é muito difícil, e caso não cheguem ao primeiro lugar, o ideal para o meu Sporting seria entrarem em depressão e caírem do terceiro lugar.
O Grande Sporting lá vai ganhando de aflitos e jogando pouco, na ressaca de mais uma decisão catastrófica e inexplicável duma direção para as aspirações a médio-prazo do Clube: despedir o treinador que era a rosto do projeto por alguém que apesar dum indesmentível Sportinguismo exacerbado é um completo tiro no escuro ao nível da competência para o lugar. Tenho esperanças que contra a equipa mais rica do mundo - o Machester City - na liga Europa possamos fazer uma grande surpresa, mesmo com Polga a titular…
A equipa de Jesus talvez mereça mais estar à frente da Liga, mas a verdade é que o porto em termos de futebol jogado reequilibrou-se com as contratações de Lucho e Janko, e neste momento as equipas estão bastante próximas uma da outra em termos competitivos. Qualquer que seja o desfecho já ninguém tira a Jorge Jesus o prémio de melhor substituição do campeonato: a entrada de Djaló para o lugar de Aimar neste último jogo em Coimbra. O Braga, que corre por fora, é a equipa mais consistente e talvez merecesse o título derivado à abissal diferença de orçamentos que tem para os outros Grandes. O facto dos jogadores medianos que compõem a equipa jogarem juntos há vários anos, independentemente do mérito dos treinadores que por lá têm passado, merecia ser fator decisivo pela coerência da aposta. Mas é muito difícil, e caso não cheguem ao primeiro lugar, o ideal para o meu Sporting seria entrarem em depressão e caírem do terceiro lugar.
O Grande Sporting lá vai ganhando de aflitos e jogando pouco, na ressaca de mais uma decisão catastrófica e inexplicável duma direção para as aspirações a médio-prazo do Clube: despedir o treinador que era a rosto do projeto por alguém que apesar dum indesmentível Sportinguismo exacerbado é um completo tiro no escuro ao nível da competência para o lugar. Tenho esperanças que contra a equipa mais rica do mundo - o Machester City - na liga Europa possamos fazer uma grande surpresa, mesmo com Polga a titular…



