Mas assim é muito complicado. Depois de conhecidos os resultados negativos dos adversários diretos, e com a possibilidade de atingir a liderança logo na primeira jornada, o mínimo exigível era ganhar contra um Guimarães de segunda que não deverá ir muito longe na prova, e que nem recebeu o imenso apoio que costuma ter nos jogos em casa. A exibição até não foi má de todo,
principalmente na segunda parte. Na verdade até seria justa a vitória do
Sporting, caso ocorresse. Mas isto é a nossa sina: vamos enchendo o balão da
esperança todos os anos, e depois quando começa a doer é mais do mesmo.
Na primeira parte os jogadores entraram a jogar a passo, devagar, devagarinho e a rirem-se uns para os outros porque o provável cenário da ascensão à liderança não é suficientemente motivador para eles. Têm a atenuante que de facto não estão habituados a isso, ou seja, a jogar para atingirem a liderança do Campeonato. Ao ponto que chegou o meu Sporting. Mas também já equaciono o seguinte: O meu Sporting nunca existiu e é fruto da minha fértil e, de tempos a tempos, criativa imaginação. Por vezes, tenho a mania das Grandezas.
Na segunda parte os jogadores entraram mais concentrados e mais acutilantes. Faltou pernas para o assalto final, o que também é normal nesta fase da época. E o Wolf não tem bola, e quando tem, nota-se que está a atravessar uma crise de confiança. Também por isso eu talvez tivesse metido primeiro o Laybad que desequilibra mais junto à baliza do que o André Martins, mas isso sou eu que não percebo nada disto. O treinador também tem que gerir as expectativas do balneário e a verdade é que o marroquino chegou há meia dúzia de dias.
Ricardo Sá Pinto – um Homem inteligente e com paixão pelo Clube – que como já alguém disse é um Herói (cada vez acredito mais nisso) está a construir uma equipa de trás para a frente e é assim que deve ser feito. O futebol da equipa é mais consistente que na época passada e os automatismos demoram tempo a surtir efeito. Para mim esta época menos que ser campeão (com hoje ficou muito mais difícil) ou ganhar a liga Europa será uma desilusão, mas lá estou eu com as minhas manias em ser ambicioso. Em Alcochete, o objetivo traçado pela Direção, deve ser algo muito semelhante a ganhar a taça da Liga, ou no máximo atingir o segundo lugar do campeonato.
Enquanto me lembrar das duas grandes deceções que apanhei nos dois últimos jogos oficias (absurda derrota no jamor na final da taça e empate hoje no fundamental início do campeonato) vou tentar desvalorizar esta doença que me atormenta constantemente. Pelo menos esforço-me na tentativa de evitar cair no mais puro masoquismo. Uma coisa é certa: programas televisivos sobre desporto nem vê-los. Os Sportinguistas são os piores adversários do próprio Clube e já basta de insultos à minha parca inteligência…
Na primeira parte os jogadores entraram a jogar a passo, devagar, devagarinho e a rirem-se uns para os outros porque o provável cenário da ascensão à liderança não é suficientemente motivador para eles. Têm a atenuante que de facto não estão habituados a isso, ou seja, a jogar para atingirem a liderança do Campeonato. Ao ponto que chegou o meu Sporting. Mas também já equaciono o seguinte: O meu Sporting nunca existiu e é fruto da minha fértil e, de tempos a tempos, criativa imaginação. Por vezes, tenho a mania das Grandezas.
Na segunda parte os jogadores entraram mais concentrados e mais acutilantes. Faltou pernas para o assalto final, o que também é normal nesta fase da época. E o Wolf não tem bola, e quando tem, nota-se que está a atravessar uma crise de confiança. Também por isso eu talvez tivesse metido primeiro o Laybad que desequilibra mais junto à baliza do que o André Martins, mas isso sou eu que não percebo nada disto. O treinador também tem que gerir as expectativas do balneário e a verdade é que o marroquino chegou há meia dúzia de dias.
Ricardo Sá Pinto – um Homem inteligente e com paixão pelo Clube – que como já alguém disse é um Herói (cada vez acredito mais nisso) está a construir uma equipa de trás para a frente e é assim que deve ser feito. O futebol da equipa é mais consistente que na época passada e os automatismos demoram tempo a surtir efeito. Para mim esta época menos que ser campeão (com hoje ficou muito mais difícil) ou ganhar a liga Europa será uma desilusão, mas lá estou eu com as minhas manias em ser ambicioso. Em Alcochete, o objetivo traçado pela Direção, deve ser algo muito semelhante a ganhar a taça da Liga, ou no máximo atingir o segundo lugar do campeonato.
Enquanto me lembrar das duas grandes deceções que apanhei nos dois últimos jogos oficias (absurda derrota no jamor na final da taça e empate hoje no fundamental início do campeonato) vou tentar desvalorizar esta doença que me atormenta constantemente. Pelo menos esforço-me na tentativa de evitar cair no mais puro masoquismo. Uma coisa é certa: programas televisivos sobre desporto nem vê-los. Os Sportinguistas são os piores adversários do próprio Clube e já basta de insultos à minha parca inteligência…



